19 de maio de 2025
Este blog é a primeira parte de uma série sobre a gestão de sinistros de grandes perdas patrimoniais. Na primeira parte, apresentamos uma visão geral do que é necessário para gerir esses sinistros de forma eficaz. Fique atento ao segundo blog, que se concentrará em fazer as perguntas certas.
2024 foi um dos anos mais destrutivos até hoje em termos de catástrofes nos Estados Unidos. Impulsionado por temperaturas recordes, o país registrou mais do que o dobro da média de eventos climáticos extremos, com desastres como os furacões Helene e Milton, inundações no Texas e no Vale do Missouri e surtos de tornados no Centro-Oeste e nas Grandes Planícies, causando danos materiais estimados em US$ 182,7 bilhões.
À medida que a temporada de catástrofes de 2025 se aproxima, as seguradoras estão mais uma vez se preparando para um aumento nos pedidos de indenização por grandes perdas patrimoniais. Com especialistas prevendo outra temporada turbulenta e danos potenciais de até US$ 200 bilhões, as seguradoras devem usar uma abordagem estratégica e bem coordenada para gerenciar esses pedidos de indenização de forma eficaz e ajudar os segurados a se recuperarem.
Faça as perguntas certas
Cada grande perda patrimonial apresenta desafios únicos e requer uma solução diferente. Quer esteja a gerir uma avaliação ou uma restauração em grande escala, fazer as perguntas certas desde o início pode ajudar a evitar atrasos, controlar os custos e manter o projeto no bom caminho. Pense em quaisquer preocupações ou circunstâncias especiais relacionadas com o projeto. Existem potenciais problemas que possa antecipar e planear antecipadamente?
Ao gerenciar uma avaliação, considere quais inspeções, documentação ou testes podem ser necessários para apoiar uma avaliação precisa. Você precisará de um especialista para ajudá-lo a confirmar a causa dos danos ou estimar os reparos necessários?
Para projetos de restauração, considere os principais fatores de custo, como materiais, mão de obra e descarte. Como eles influenciarão o orçamento, o cronograma e os recursos do seu projeto? Você tem experiência para gerenciar os reparos internamente ou precisará contratar um especialista externo? Conhecer esses detalhes desde o início garantirá o sucesso do seu projeto.
Comece a formar sua equipe
Agora que você compreende o escopo do seu projeto, é hora de começar a formar sua equipe. Dependendo do projeto, isso pode incluir um avaliador independente, especialista(s) certificado(s) e especialista jurídico.
Pense no avaliador independente como o quarterback do seu projeto. Além de avaliar os danos e determinar a responsabilidade, ele define prioridades, estabelece limites e atribui funções e responsabilidades a outras pessoas envolvidas no projeto. Ele também é o principal ponto de contato do segurado durante todo o processo de sinistro.
Dependendo do tipo de dano material e do escopo do projeto, pode ser necessário contratar especialistas certificados, como consultores de mitigação, higienistas industriais, engenheiros estruturais, consultores de construção e outros. Esses especialistas devem ser contratados logo no início para minimizar a interrupção dos negócios do segurado e colocar sua propriedade de volta nos trilhos o mais rápido possível.
Em alguns casos, um especialista jurídico pode ser uma adição necessária à sua equipe. Se você precisar de ajuda para entender a linguagem complexa das apólices, lidar com uma disputa de sinistro ou avaliar a responsabilidade de terceiros, trabalhar com um especialista jurídico pode ajudá-lo a manter a conformidade, esclarecer suas obrigações e garantir que você pague apenas pelo que é responsável.
Comunique-se de forma eficaz
Depois que sua equipe estiver formada, uma comunicação clara se tornará o elemento que manterá o projeto unido. Sem ela, mesmo as equipes mais qualificadas podem falhar, resultando em prazos de entrega mais lentos e custos de reclamações mais altos.
Comece por comunicar claramente as preocupações e prioridades do segurado a todos os envolvidos. Essas informações devem moldar a resposta da sua equipe desde o primeiro dia. A partir daí, defina claramente o escopo do trabalho, trace o cronograma e delineie a resposta do caminho crítico para sua equipe – o que precisa acontecer primeiro, quais ações dependem umas das outras e quem é responsável por cada etapa do processo.
Acima de tudo, é importante manter-se conectado. Verifique constantemente com sua equipe para garantir que tudo esteja funcionando bem e dentro do orçamento, e lembre-se de documentar todas as atualizações ou decisões importantes tomadas para manter todos alinhados e responsáveis.
Considerações finais
O gerenciamento eficaz de grandes sinistros de perda de propriedade requer um planejamento cuidadoso, os especialistas certos e uma comunicação forte do início ao fim. Com uma abordagem estratégica e bem coordenada, sua equipe agirá de forma mais rápida e inteligente nesta temporada de catástrofes para ajudar os segurados a se recuperarem e seguirem em frente.
Na Sedgwick, temos mais especialistas do que qualquer outra empresa – prontos para responder a qualquer hora e em qualquer lugar – a todos os tipos de perdas patrimoniais. Quer você precise de ajuda com sinistros residenciais e comerciais cotidianos ou com perdas mais complexas e catastróficas, nossos especialistas estão aqui para gerenciar o processo e entregar resultados líderes do setor. Saiba mais sobre nossos recursos de gerenciamento de sinistros patrimoniais aqui.
Fique atento ao segundo blog desta série, onde exploraremos as principais questões a serem consideradas ao gerenciar grandes sinistros de perda de propriedade.
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